A diversificação na produção de combustíveis é um fator extremamente importante, pois as fontes de origem fóssil, que são as mais utilizadas, irão exaurir-se da natureza, além de serem extremamente poluidoras. Sendo assim, o desenvolvimento de biocombustíveis se tornou uma ótima opção na busca pelo desenvolvimento de novas alternativas de combustíveis.
Uma das formas de se obter o biocombustível é através do processamento da biomassa, que é composta por lenha, bagaço de cana-de-açúcar, resíduos florestais, resíduos agrícolas, palha de milho, casca de arroz, entre outras matérias orgânicas. O etanol celulósico, por exemplo, é um biocombustível produzido através da biomassa.
Esse combustível se diferencia do etanol “comum” pela matéria-prima e pela forma de processamento. O etanol celulósico é fabricado por meio de reações químicas que promovem a quebra das cadeias dos principais polímeros que formam a estrutura das plantas: celulose, hemicelulose e pectina. Esse processo ocorre através da hidrólise enzimática ou da fermentação e destilação.
Um dos aspectos positivos da produção do etanol celulósico é que a sua matéria-prima é um subproduto das atividades agrícolas, não apresentando utilidade para a alimentação dos humanos e possuindo poucos nutrientes para ser destinada aos gados. Portanto, o aproveitamento desses resíduos para a fabricação de combustível é uma forma extremamente útil para a destinação final da biomassa.
Esse biocombustível pode ser adicionado à gasolina, como também pode ser utilizado puro. Entretanto, deve ocorrer a adaptação do veículo para receber o álcool celulósico. Especialistas afirmam que esse combustível é uma excelente opção na busca por alternativas menos agressivas ao meio ambiente e à saúde humana. Sua utilização emite menos gases poluentes na atmosfera, fato que contribui para a minimização do efeito estufa.
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/etanol-celulosico.htm
sábado, 30 de junho de 2012
sexta-feira, 29 de junho de 2012
MERCOSUL suspende Paraguai e anuncia adesão da Venezuela
O MERCOSUL decidiu suspender temporariamente o Paraguai até as novas eleições presidenciais do país, em 2013, e afirmou que a Venezuela será incorporada ao bloco como "membro de pleno direito" em 31 de julho.
Os anúncios foram feitos pela presidente da
Argentina, Cristina Kirchner, ao fechar o encontro de cúpula semestral do bloco
na cidade argentina de Mendoza O MERCOSUL "suspendeu temporariamente o Paraguai até que se leva a cabo o processo
democrático que novamente instale a soberania popular" no país, disse a
presidente argentina, ao lado da presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e do
presidente do Uruguai, José Mujica.
As medidas contra o Paraguai ocorrem em resposta ao
processo de impeachment do presidente Fernando Lugo, ocorrido na semana passada e que foi repudiado pelos países
sul-americanos.
O MERCOSUL confirmou o que havia sido adiantado na
véspera pelo chanceler brasileiro, Antônio Patriota, suspendendo o Paraguai,
mas sem aplicar sanções econômicas que pudessem castigar a população.
Segundo Cristina, a suspensão não diminui o
compromisso do bloco com o desenvolvimento econômico do Paraguai.
"De acordo com o estabelecido no protocolo, a
plena vigência democrática é condição essencial para o processo de
integração", diz a resolução da cúpula. "O espírito do protocolo é o
restabelecimento da institucionalidade, sem que ele menoscabe o funcionamento
do bloco."
Nenhum representante do novo governo paraguaio,
agora presidido por Federico Franco, ex-vice de Lugo, participou da
cúpula.
Venezuela
A Venezuela será incorporada ao bloco em cerimônia que será realizada no Rio de
Janeiro, em 31 de julho, disse Kirchner.
Ela argumentou que a decisão de incorporar a
Venezuela vai permitir que o bloco regional se fortaleça perante os embates da
crise internacional.
O processo de ingresso da Venezuela havia se
iniciado em 2006, após ser solicitado um ano antes, mas estava parado por conta
da negativa do Congresso do Paraguai a ratificá-lo.
Mais cedo, em Assunção, Federico Franco disse que,
se a suspensão paraguaia se confirmasse, o país iria buscar novos parceiros comerciais.
Crise no Paraguai
Federico Franco assumiu o governo do Paraguai na sexta-feira (22), após o impeachment de Fernando Lugo.
O processo contra Lugo foi iniciado por conta do
conflito agrário que terminou com 17 mortos no interior do país.
A oposição acusou Lugo de ter agido mal no caso e
de estar governando de maneira "imprópria, negligente e
irresponsável".
Ele também foi acusado por outros incidentes
ocorridos durante o seu governo, como ter apoiado um motim de jovens
socialistas em um complexo das Forças Armadas e não ter atuado de forma
decisiva no combate ao pequeno grupo armado Exército do Povo Paraguaio,
responsável por assassinatos e sequestros durante a última década, a maior
partes deles antes mesmo de Lugo tomar posse.
O processo de impeachment aconteceu rapidamente,
depois que o Partido Liberal Radical Autêntico, do então vice-presidente
Franco, retirou seu apoio à coalizão do presidente socialista.
A votação, na Câmara, aconteceu no dia 21 de junho,
resultando na aprovação por 76 votos a 1 – até mesmo parlamentares que
integravam partidos da coalizão do governo votaram contra Lugo. No mesmo dia, à
tarde, o Senado definiu as regras do processo.
Na sexta, o Senado do Paraguai afastou Fernando
Lugo da presidência. O placar pela condenação e pelo impeachment do socialista
foi de 39 senadores contra 4, com 2 abstenções. Federico Franco assumiu a
presidência pouco mais de uma hora e meia depois do impeachment de Lugo.
Em discurso após o impeachment, Lugo afirmou que
aceitava a decisão do Senado.
Mas, no domingo, Lugo voltou atrás, aumentou o tom
disse que não reconhece o governo de Federico Franco e que não deve, portanto,
aceitar o pedido do novo presidente para ajudá-lo na tarefa de explicar a
mudança de governo a países vizinhos.
Além dos países fundadores e da Venezuela, o Mercosul
tem Chile, Bolívia, Equador e Peru como países associados.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Europa precisa recapitalizar bancos para superar a crise, diz BIS
"Os bancos da Europa precisam se tornar bancos europeus", diz
o BIS, estimando que união bancária restauraria a confiança na moeda única. Em
relatório para sua assembleia anual, que reuniu até ontem bancos centrais de
boa parte do mundo, o BIS mostrou uma visão pessimista sobre a economia
mundial, e que afetará mesmo os emergentes mais sólidos.
Constata que cinco anos desde a eclosão da crise financeira, os
desequilíbrios não só perduram na economia mundial, como "as
vulnerabilidades se amplificam" e as perspectivas das finanças públicas
dão "vertigem". Alerta que um crescimento economico mundial melhor
repartido e mais sólido "está fora de alcance".
Economias desenvolvidas e emergentes se encontram espremidas "em
círculos viciosos, geradores de distorções", acumulando desafios para
ajuste estrutural, novas orientações monetária e fiscal e dificuldades de
reforma financeira.
Aponta três grupos que devem fazer ajustamentos: o setor financeiro deve
reconhecer suas perdas e se recapitalizar; os governos devem enquadrar as
finanças publicas "em trajetórias sustentáveis"; e as famílias e
empresas devem reduzir seu endividamento.
O problema é que sem a desalavancagem sincronizada, o que um faz agrava
o problemas dos outros dois. No cenário de crise, e sem os governos fazerem o
dever de casa, o BIS adverte que os bancos centrais estão excessivamente
expostos e confrontados a riscos, com programas de aquisição de títulos para
sustentar a liquidez bancária.
Os BCs são
praticamente obrigados a prolongar os estímulos monetários face a demora dos
governos, o que retarda o ajuste. Os balanços dos bancos centrais chegam a US$
18 trilhões, equivalente a 30% do PIB mundial, duas vezes mais que há dez anos.
Para o BIS, taxas de juros nominais próximas de zero conjugadas a um apoio de
liquidez maciço e quase incondicional "nao incitam muito o setor privado a
limpar seus balanços nem as autoridades fiscais a limitar seus
financiamentos".
Segundo o Eurostat (Escritório Comunitário de Estatísticas), o salário
mínimo, em algumas nações, passa dos mil euros (2.600 reais), enquanto em
outras é cinco vezes menos, ficando por volta dos 200 euros (520 reais). É mais
alto em Luxemburgo, onde a taxa de desemprego é de 5% e o salário mínimo bate o
recorde europeu de 1.800 euros (4.680 euros). Em seguida vêm Irlanda, Holanda,
Bélgica e França. Na Espanha é de 748 euros (1.900 reais), enquanto a Bulgária
amarga a última posição, com apenas 138 euros (360 reais). E há o risco de
redução do salário mínimo na Grécia (onde o valor é de 680 euros, ou 1768
reais) e também na Espanha. Na Alemanha não há salário mínimo nacional mas a
renda média dos trabalhadores é alta: foi de 42 mil euros ao ano em 2010, ou
109 mil reais na cotação de hoje, 25 de junho).
Na outra ponta, a chanceler alemã Ângela Merkel, defensora radical e intransigente da “austeridade fiscal” e dos cortes salariais, encabeça a lista dos dirigentes governamentais mais bem pagos na UE. Em maio, após um aumento salarial, ela passou a receber 17 mil euros mensais (44 mil reais). Na França, o presidente François Hollande, ao tomar posse, decretou um corte de 30% em seu salário e nos de seus ministros, agindo de forma oposta ao antecessor, Nicolas Sarkozy, que havia subido estes rendimentos em 170 por cento.
A Eurozona, formada pelos 17 países vinculados à moeda única, sofre o mais alto desemprego de sua história: 11% em abril, representando um aumento de 1,1% em relação ao mesmo mês em 2011. Isto significa que 17,4 milhões de pessoas estão sem trabalho; no conjunto da União Europeia, são 24,6 milhões, e a taxa está aumentando, arrastada pela situação na Espanha, onde o desemprego é o dobro da média europeia e atinge 24,3%.
Por outro lado, um estudo da auditora Ernst & Young mostra que a brecha econômica entre os países do norte e do sul do continente mantém a tendência de crescimento nos próximos anos. As 20 zonas de maior dificuldade localizam-se na Romênia, Polônia, Hungria e Bulgária. Entre as de melhor situação encontram-se regiões da Alemanha, Holanda, Dinamarca e Reino Unido.
Uma pesquisa feita pela Comissão Europeia (CE) mostrou também que 75% dos europeus considera que a pobreza aumentou, fazendo com que muitos tenham dificuldades para pagar as contas do dia a dia. Esta percepção se agrava em países como Grécia ou a Espanha, onde cerca de 85% da população observou um agravamento da miséria e 16% dos entrevistados diz que o dinheiro mal dá para chegar ao final do mês. A Grécia, por sua vez, é uma das nações onde mais cidadãos falam de um forte incremento da pobreza, seguida pela Romênia, Portugal e Espanha.
No entanto, os temores pela intensificação desse mal também se exacerbam em outros países onde as medidas de ajuste orçamental são menos visíveis. Tanto é assim, que em algumas das grandes potências da UE, como Alemanha ou França, a percepção do problema supera a média europeia e muitos opinam que o pior da crise ainda está por vir.
Na outra ponta, a chanceler alemã Ângela Merkel, defensora radical e intransigente da “austeridade fiscal” e dos cortes salariais, encabeça a lista dos dirigentes governamentais mais bem pagos na UE. Em maio, após um aumento salarial, ela passou a receber 17 mil euros mensais (44 mil reais). Na França, o presidente François Hollande, ao tomar posse, decretou um corte de 30% em seu salário e nos de seus ministros, agindo de forma oposta ao antecessor, Nicolas Sarkozy, que havia subido estes rendimentos em 170 por cento.
A Eurozona, formada pelos 17 países vinculados à moeda única, sofre o mais alto desemprego de sua história: 11% em abril, representando um aumento de 1,1% em relação ao mesmo mês em 2011. Isto significa que 17,4 milhões de pessoas estão sem trabalho; no conjunto da União Europeia, são 24,6 milhões, e a taxa está aumentando, arrastada pela situação na Espanha, onde o desemprego é o dobro da média europeia e atinge 24,3%.
Por outro lado, um estudo da auditora Ernst & Young mostra que a brecha econômica entre os países do norte e do sul do continente mantém a tendência de crescimento nos próximos anos. As 20 zonas de maior dificuldade localizam-se na Romênia, Polônia, Hungria e Bulgária. Entre as de melhor situação encontram-se regiões da Alemanha, Holanda, Dinamarca e Reino Unido.
Uma pesquisa feita pela Comissão Europeia (CE) mostrou também que 75% dos europeus considera que a pobreza aumentou, fazendo com que muitos tenham dificuldades para pagar as contas do dia a dia. Esta percepção se agrava em países como Grécia ou a Espanha, onde cerca de 85% da população observou um agravamento da miséria e 16% dos entrevistados diz que o dinheiro mal dá para chegar ao final do mês. A Grécia, por sua vez, é uma das nações onde mais cidadãos falam de um forte incremento da pobreza, seguida pela Romênia, Portugal e Espanha.
No entanto, os temores pela intensificação desse mal também se exacerbam em outros países onde as medidas de ajuste orçamental são menos visíveis. Tanto é assim, que em algumas das grandes potências da UE, como Alemanha ou França, a percepção do problema supera a média europeia e muitos opinam que o pior da crise ainda está por vir.
TEMAS QUE PODEM CAIR NA PROVA DO ENEM 2012
Olá alunos do Ensino Médio!!
A partir de hoje estarei postando temas que possam ser uteis para aprendizagem de vocês, assim como curiosidades pedagogicas, garimpadas da web e muitos mais..
Abaixo segue o link de alguns temas de atualidades para os vestibulandos:
Beijão!! Boa sorte a todos no ENEM!!
Aguardo a participação de todos vocês!!!!!
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